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Por Gisela Rao |
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Às vezes, encontro mulheres com a auto-estima como a casa de palha de Cícero, o porquinho preguiçoso, completamente frágeis e, mesmo assim, arrastando trens por homens que, num simples sopro, as destroem em pedacinhos. Também encontro algumas como a casa de madeira do porquinho Heitor, com a auto-estima média, um pouco de insegurança, um pouco de firmeza, mas mesmo assim se sabotam facilmente colocando muitas Vira e mexe transito pela casa de palha, de madeira e, às vezes, de tijolo nos meus relacionamentos. Mas se ainda oscilo tanto é porque preciso construir melhor o meu gostar, o meu aceitar. A melhor forma de fazer isso é quando você está só, solteira. E a maioria de nós pensa exatamente o contrário, que é preciso ter um homem ao lado para sentir-se amada e va-lorizada. Terrível engano. Quando estamos sós temos todo o tempo do mundo para a gente, para aumentar nosso autoconhecimento. Quando você se liberta do pavor de ficar solteira é aí que começa o seu verdadeiro processo de se amar. Dói no começo, mas depois é bão demais. Então, que resposta você dá a si mesma? Sua auto-estima é como a casa de palha, de madeira ou de tijolos – dos 3 porquinhos? Se a resposta for a 1 ou a 2, minha pergunta é: onde está a sua pá? Chega de drama e vamos botar a mão na massa! Se quiser conversar sobre esse precioso assunto, seu e-mail sempre é bem-vindo. Feliz já! (mas aos pouquinhos...).
Gisela Rao é diretora do www.itodas.com.br e autora do Socorro, Leitora (Matrix). |